domingo, 16 de novembro de 2008

Obama / Internet

Pessoal,

estava lendo essa notícia e achei bacana compartilhar, fala que o Obama mantém a Internet para disseminar suas mensagens. O presidente eleito disse que vai continuar gravando seus discursos semanais e disponibilizando-os na internet.

LINK: Matéria Completa

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Artigos - Revista Dados

Pessoal,

seguem abaixo três artigos publicados na Revista Dados, que serão utilizados nas aulas indicadas:

Título: "Determinantes do Voto Partidário em Sistemas Eleitorais Centrados no Candidato: Evidências sobre o Brasil". Dados 40(3).

Autor: David Samuels

Link: Artigo Completo

Título: "Estratégias de Campanha no Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral em Eleições Proporcionais". Dados 42(2).

Autores: Rogério Schmitt, Leandro Piquet Carneiro e Karina Kuschnir

Link: Artigo Completo

PS: Artigos da aula 12, dia 17/11.

Título: "A Outra Face do Horário Gratuito: Partidos Políticos e Eleições Proporcionais na Televisão"

Autores: Afonso de Albuquerque, Fabro Steibel e Carolina Zoccoli

Link: Artigo Completo

PS: Artigo da aula 13, dia 24/11.

domingo, 12 de outubro de 2008

Impactos do HPGE

Pessoal,

segue o link de uma matéria que saiu na Revista da Fapesp - que questiona o impacto do HPGE sobre a decisão de voto. A matéria parte de uma pesquisa realizada pela Datafolha, sobre o interesse das pessoas pelo propaganda na TV como contribuinte para decidirem seu voto.
No desenvolvimento do texto outras questões são debatidas, com várias colocações, entre os ouvidos, nosso professor, Afonso de Albuquerque.

Link: Matéria Completa

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Apelidos de Campanha

Pessoal,

li essa matéria no portal G1 e achei divertida, compartilho com vocês no link abaixo.

Título: 'Professor' e 'Zé' lideram lista de apelidos de candidatos nas urnas eletrônicas

Link: Matéria Completa

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Propaganda na Internet

Matéria indicada pelo Álvaro, aluno da disciplina de Campanhas. A notícia trata da falta de regulamentação específica para propaganda na Internet.

Fonte: Site Uol

Data da publicação: 25/09/2008

Link: Matéria Completa

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Candidatos e seus "Padrinhos"

Pessoal,

Estava pensando sobre a utilização da imagem de outros políticos como apoio na campanha, proposta de pesquisa apresentada pelo Marcelo na última aula, aí me veio à cabeça um outro recorte, que seria a utilização da auto-imagem pública, ou seja, o histórico político e público do candidato como forma de fortalecimento de sua imagem.

Pensei nisso porque esse fim de semana estive na cidade em nasci, Campos dos Goytacazes, que vive um quadro relacionado, já que temos dois candidatos com histórico político, um deles, a ex-governadora Rosinha. Observei que muitas pessoas falavam em apoiar a Rosinha por já ter sido governadora, o que garantiria mais status a cidade e poderia ser sinônimo de progresso, já que uma das proposta é a construção de um metrô com 15 estações em um espaço mínimo, sem contar que a cidade não tem nem ônibus decente, todos quebrados, etc...Enfim, acho engraçado que, mesmo com o histórico mais suspeito e sujo que a Rosinha possa ter, ela ainda se utiliza de sua imagem pública e política de um passado recente para construir sua imagem atual na campanha.

Ainda sobre “padrinhos” políticos e imagem pública, segue o link de uma entrevista que o Globo Online fez com o candidato Eduardo Paes.

Link: Matéria Completa

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Revista Logos

Pessoal,

segue o link de uma edição da Revista Logos, com artigos de autores que já utilizamos textos no curso, como: "O PT no Governo e na TV: Análise dos Programas de 2004.1 e 2005.1" - Jorge Almeida (UFBA) e "Sob Nova Direção: Democracia e Alternância de Poder na Cerimônia de Posse de Lula" - Afonso de Albuquerque e Ariane Holzbach (UFF).

Link: Revista Completa

Artigo - Revista Dados

Pessoal,

segue abaixo o link do artigo publicado na Revista Dados.

Título: "A Outra Face do Horário Gratuito: Partidos Políticos e Eleições Proporcionais na Televisão"

Autores: Afonso de Albuquerque, Carolina Maria Zoccoli e Fabro Steibel

Link: Artigo Completo

OBS: Esse texto vai ser utilizado na aula do dia 17/11.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Justiça Eleitoral

Título: Justiça Eleitoral proíbe uso de efeitos gráficos na propaganda de Marta

Fonte: Folha Online

Matéria:

A Justiça Eleitoral proibiu a candidata à Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy (PT), de usar efeitos de computação gráfica em sua propaganda eleitoral na TV. A decisão é do juiz Marco Antonio Martin Vargas, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, que concedeu liminar solicitada pelo prefeito e candidato à reeleição Gilberto Kassab (DEM).

Por meio de sua assessoria, a campanha de Marta disse que acatou a decisão e não vai recorrer ao TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo.

Em sua decisão, o juiz ressaltou que "constata-se a existência de recurso técnico e computação gráfica com placas em movimento, na transição de imagem e rotação de quadros de vídeos".

A legislação eleitoral proíbe a utilização em inserções de "computação gráfica, desenhos animados e efeitos especiais".

Ontem, a Justiça Eleitoral de São Paulo também proibiu Kassab de utilizar recursos de computação gráfica em propaganda na televisão. A Justiça acatou o pedido feito pela campanha de Marta.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Internet x Eleições 2008

Pessoal,

seguem algumas matérias e artigos sobre a restrição ao uso da Internet nas eleições. O primeiro link vai para uma matéria que saiu ontem no ‘Último Segundo”, sobre a indignação dos deputados que apontam o espaço virtual como democrático e público, sendo incabíveis tais limitações impostas pelo TSE.

Link: Matéria Completa

O segundo link vai para um artigo do Ricardo Kotscho sobre o assunto. Ele argumenta que a Internet já superou a TV como principal fonte de informação e a coloca como instrumento vital para democratização das informações.

Link: Artigo Completo

Este artigo fala da flexibilidade do TER-RJ em relação ao uso da Internet, permitindo uso de blogs, sites pessoais e demais redes, como comunidades no orkut, por exemplo.

Link: Matéria Completa


Matérias sobre o uso da Internet nestas eleições como laboratório para campanha virtual em 2010.

Link: Matéria Completa

Link: Matéria Completa


Artigos (http://www.fafich.ufmg.br/compolitica/):

"Internet: usos e não-usos em ano eleitoral" - Artigo Completo

"Blogs de Política: caminhos para reflexão - Artigo Completo

"Blogs de política, blogs de políticos e a influência na cobertura jornalística" - Artigo Completo

"Blogs e jornalismo: um novo espaço de debate público" - Artigo Completo


Estava olhando os sites de alguns candidatos e achei legal ver a adaptação de antigas ferramentas de campanha para o espaço virtual. Já existe até o santinho virtual!

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Emissoras / Propaganda Eleitoral

Segue o link com a distribuição da propaganda eleitoral na tevê por emissora.

LINK: Propaganda Eleitoral - 2008

domingo, 17 de agosto de 2008

Propaganda Eleitoral na Tevê

Conforme combinamos, o blog “E-Política” será utilizado como espaço para discussões e indicação de leituras e demais materiais relacionados à disciplina de Campanhas Políticas (2008.2). Nessa primeira postagem segue uma matéria do jornal O Globo falando do início da propaganda eleitoral, na próxima terça (19/08).

Título: “Propaganda eleitoral na tevê: candidatos definem estratégia de acordo com o tempo”

Link: Matéria Completa

Título: “Começa na terça-feira a propaganda eleitoral gratuita na tevê”

Link: Matéria Completa

Também segue abaixo o link para o site da Associação Brasileira de Pesquisadores em Comunicação e Política, onde podem ser encontrados artigos relacionados à disciplina.

Link: Site

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Referendo do desarmamento:

Democracia representativa e sociedade de direitos

Dia 23 de outubro de 2005 os brasileiros foram às urnas responder à seguinte pergunta: “O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?”. A resposta optando entre “sim” e “não” decidida pela população seria o desfecho da Campanha Nacional de Desarmamento iniciada pelo governo federal em julho de 2004. O objetivo deste trabalho é coletar e analisar as principais marcas discursivas dos dois lados do caso e como ambos utilizaram os conceitos ocidentais de democracia a seu favor.
Questões como: o porte ilegal – ou mesmo autorizado - de armas, a violência urbana, as mortes acidentais provocadas por arma de fogo, a aquisição das mesmas e o Estatuto do Desarmamento foram levantadas durante o período de defesa dos argumentos – mediada por televisão e rádio em dia e horário fixos, além de jornais, Internet etc. – pela “Frente do Sim” e pela “Frente do Não”.
Inicialmente, faz-se necessário contextualizar dizendo que o tipo de governo vigente no Brasil é o governo representativo , no qual dentre as principais características estão uma sugerida autonomia da opinião pública e o debate prévio no que se trata de tomada de decisões. Assim, podemos utilizar destes dois pontos-chave para iniciar a discussão sobre o referendo.
Além disso, também devemos expor dois conceitos diferentes, mas que se confundem em determinados casos. São estes: referendo e plebiscito. O plebiscito é uma categoria de consulta popular que sugere as propostas de lei ou de modificação constitucional afim de que a população, através de sufrágio, decida qual será a mais acertada naquele caso. Já o referendo, presume uma lei já existente e que, através do voto, faz com que o povo ratifique ou não a mesma.
Por isso, julguei necessário citar as características do governo representativo, pois, nos dois casos (plebiscito e referendo), elas estão presentes. No caso do referendo do desarmamento, o debate girou em torno do conceito de democracia diretamente ligado à noção de liberdade. Liberdade, aí, no sentido de estar livre para agir contra a violência urbana, já que os representantes (que no governo representativo são eleitos pelos próprios governados ou representados), para eles, não são capazes de fazer. Ou, se são, não o fazem. Dessa forma, podemos constatar que o principal argumento defendido pelos que se colocavam na posição do Não à proibição era justamente este: a total liberdade de ação no que diz respeito à legítima defesa. O direito à legítima defesa, direito à propriedade e a autodefesa aparecem freqüentemente neste discurso.
Outro argumento muito freqüente era de que a proibição das vendas de armas de fogo incentivaria o tráfico de armas nas favelas e periferias brasileiras. Ou seja, o governo deixaria de receber seus impostos sobre as armas vendidas e, concomitantemente, o tráfico de armas sairia ganhando. Nesse caso, os traficantes de drogas também ganhariam, pois seriam os responsáveis por movimentar este comércio ilegal . Outra frase que aparece muito no discurso desta Frente é “bandido não compra arma em loja”. Além disso, alguns também costumavam dizer que “acabar com as armas não acaba com o crime”, e completavam dizendo que não é apenas a arma que pode causar danos à vida humana, mas vários outros objetos
Já do lado que defendia a proibição das armas de fogo, o que prevaleceu foi a ponderação deste sentido de liberdade. Isto é, todo cidadão tem o direito de se proteger, no entanto, - argumentavam eles - as estatísticas comprovam que as armas de fogo jamais protegeram alguém de qualquer que seja o perigo. Muito ao contrário, o porte de armas proporcionava um aumento expressivo de mortes acidentais, fazendo com que esta dita “liberdade” se tornasse prejudicial. Para eles, “a presença de uma de fogo pode transformar qualquer cidadão em criminoso” .
A Frente do Sim preferiu pautar-se no argumento do direito à vida – apesar de, muitas vezes, a oposição se valesse do mesmo discurso, mas com outro enfoque, o dos direitos de proteção. Com o famoso slogan “Cidadão de bem não anda armado”, os defensores deste argumento incentivaram um debate em torno da vida e da morte acidental. Ganhando, assim, a simpatia de determinada parcela da população. Além disso, quem defendia o Sim, costumava frisar sempre a questão do abastecimento do mercado ilegal. Isto é, as armas compradas legalmente acabam por parar na mão de bandidos no ato da tentativa de autodefesa. Assim, os bandidos conseguem mais armas sem precisar comprar, pois o “cidadão de bem” já o fez.
É importante comentar sobre a expressão “cidadão de bem”, já que esta aparece, de maneiras opostas, no discurso de ambos os lados. Para a Frente do Não, o cidadão de bem é aquele que tem direito de se defender e defender sua propriedade através da arma de fogo. Portanto, no geral, este é o cidadão de classe-média/alta, preocupado com suas terras, seu carro e seus pertences. E que, além disso, compra legalmente um revólver e as munições. Já para a Frente do Sim, o cidadão de bem é o que jamais seria capaz de causar danos à integridade física de alguém, mas que, ao ter uma arma, poderia prejudicar a si próprio, pois esta poderia passar para as mãos de alguém que não se encaixa nos padrões de cidadão de bem.
Em suma, pudemos notar que, algumas vezes, o mesmo discurso foi utilizado por ambas as Frentes, embora com enfoques e propósitos diferentes. E que, no fim das contas, as bases argumentativas são as mesmas: o direito a algo e a liberdade para exercer esse direito.